Arquivo de Política - Pauta das 20 https://pautadas20.com.br/category/politica/ Wed, 25 Feb 2026 16:31:17 +0000 pt-PT hourly 1 https://pautadas20.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cropped-IMG_20231117_230615_047-removebg-preview-281-29-0170cc78-1920w-32x32.webp Arquivo de Política - Pauta das 20 https://pautadas20.com.br/category/politica/ 32 32 Quando o discurso não combina com a prática na Câmara de Bayeux https://pautadas20.com.br/2026/02/25/quando-o-discurso-nao-combina-com-a-pratica-na-camara-de-bayeux/ https://pautadas20.com.br/2026/02/25/quando-o-discurso-nao-combina-com-a-pratica-na-camara-de-bayeux/#respond Wed, 25 Feb 2026 16:31:16 +0000 https://pautadas20.com.br/?p=5337 A recente declaração da presidente da Câmara Municipal de Bayeux, vereadora Jays de Nita, divulgada nas redes sociais e na imprensa local, levanta questionamentos que vão além da retórica institucional. Ao anunciar medidas contra vereadores por suposta “arruaça” e justificar suas decisões com base em uma ordem judicial que reduz cargos comissionados, a presidente tentou […]

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A recente declaração da presidente da Câmara Municipal de Bayeux, vereadora Jays de Nita, divulgada nas redes sociais e na imprensa local, levanta questionamentos que vão além da retórica institucional. Ao anunciar medidas contra vereadores por suposta “arruaça” e justificar suas decisões com base em uma ordem judicial que reduz cargos comissionados, a presidente tentou se colocar como símbolo de moralidade administrativa. No entanto, o próprio discurso revela contradições que precisam ser examinadas com rigor.

Ao citar a frase do ex-governador Ronaldo Cunha Lima — “política é sacerdócio, não negócio” — a presidente buscou vestir o figurino de gestora comprometida com o interesse público. Mas essa máxima exige coerência. Se política não é negócio, também não pode ser tratada como extensão de interesses familiares ou políticos. E é exatamente essa a percepção que cresce nos bastidores políticos de Bayeux: a de que a Câmara Municipal estaria sendo administrada como um espaço alinhado ao grupo político da prefeita Tacyana Leitão, e não como um poder independente.

A decisão judicial que determinou a redução de cargos comissionados deveria, em tese, atingir todos de forma isonômica. No entanto, a pergunta que ecoa nos corredores políticos é inevitável: a aplicação dessa decisão será realmente igual para todos os vereadores ou servirá como instrumento para enfraquecer apenas os parlamentares de oposição?
Se cargos ligados a vereadores alinhados à prefeita forem preservados enquanto os da oposição forem reduzidos, o discurso moralizante perderá qualquer credibilidade.

Mais grave ainda foi o tom adotado em episódios recentes dentro do plenário. Relatos indicam que a presidente se referiu a um vereador afirmando que ele “falava fino” quando outro ocupava a presidência da Casa. Esse tipo de declaração não condiz com a postura institucional esperada de quem preside um Poder Legislativo. A presidência da Câmara exige equilíbrio, serenidade e respeito — inclusive com adversários políticos. Não se trata de um cargo partidário, mas de uma função institucional.

Também causa estranheza a interrupção de sessões sob justificativas consideradas frágeis justamente quando vereadores levantavam críticas à administração municipal. Quando o uso da mesa diretora coincide sistematicamente com a contenção de denúncias ou questionamentos ao Executivo, surge uma dúvida legítima: a presidência está protegendo a instituição ou protegendo a gestão municipal?

A Constituição é clara ao estabelecer que o Legislativo deve ser harmônico com o Executivo, mas independente. Câmara Municipal não pode se transformar em puxadinho da Prefeitura.

Outro ponto que chama atenção é o silêncio institucional diante dos ataques dirigidos à vereadora Eloah. Se a presidente afirma combater a desordem e a falta de respeito no parlamento, deveria agir com a mesma firmeza quando uma mulher eleita é alvo de críticas agressivas e campanhas de desqualificação política atribuídas a aliados do grupo governista, incluindo nomes ligados ao deputado Felipe Leitão.

A pergunta é simples e direta: por que a firmeza institucional aparece contra a oposição, mas desaparece quando os ataques partem de aliados do governo municipal?

Se a Câmara é a casa do povo, a presidência deve representar todos os vereadores — não apenas os que apoiam a prefeita. A autoridade da presidente não pode ser seletiva.

O discurso de moralidade administrativa só se sustenta quando acompanhado de imparcialidade. Caso contrário, transforma-se apenas em narrativa política.

Talvez seja o momento de a própria presidente refletir sobre a frase que escolheu citar. Se política é sacerdócio, exige desprendimento. Exige neutralidade institucional. Exige respeito à divergência.

E, sobretudo, exige que a Câmara Municipal seja tratada como poder público — não como patrimônio político de um grupo.

Alexandre Kennedy – Pauta das 20

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Dr. Jhony Bezerra: quando o crescimento assusta e a velha política apela para o ataque seletivo https://pautadas20.com.br/2026/01/23/dr-jhony-bezerra-quando-o-crescimento-assusta-e-a-velha-politica-apela-para-o-ataque-seletivo/ https://pautadas20.com.br/2026/01/23/dr-jhony-bezerra-quando-o-crescimento-assusta-e-a-velha-politica-apela-para-o-ataque-seletivo/#respond Fri, 23 Jan 2026 00:14:59 +0000 https://pautadas20.com.br/?p=5330 Há algo que precisa ser dito com clareza, sem rodeios e sem maquiagem retórica: os ataques recentes contra o presidente da PB Saúde e pré-candidato a deputado federal, Dr. Jhony Bezerra, não nascem de preocupação ideológica, mas de medo político. Medo de um nome que cresce.Medo de um projeto que não pede licença às velhas […]

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Há algo que precisa ser dito com clareza, sem rodeios e sem maquiagem retórica: os ataques recentes contra o presidente da PB Saúde e pré-candidato a deputado federal, Dr. Jhony Bezerra, não nascem de preocupação ideológica, mas de medo político.

Medo de um nome que cresce.
Medo de um projeto que não pede licença às velhas estruturas.
Medo de alguém que saiu da gestão pública com resultados concretos e transformou isso em capital político real.

O gestor que construiu autoridade antes de pedir votos

Dr. Jhony Bezerra não surgiu da política tradicional. Sua trajetória passa, antes de tudo, pela gestão da saúde pública, área onde construiu reconhecimento técnico e institucional.

À frente da Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba e, posteriormente, como superintendente da PB Saúde, Jhony conduziu processos estratégicos de fortalecimento da rede pública, ampliação de serviços hospitalares, convocação de profissionais, regionalização da assistência e enfrentamento direto dos gargalos históricos do SUS no estado.

Não é discurso. São atos administrativos, decisões técnicas e resultados mensuráveis. Tanto que seu trabalho foi reconhecido institucionalmente com honrarias concedidas pela Assembleia Legislativa da Paraíba, algo reservado a quem efetivamente entrega serviço público de relevância.

Campina Grande: a eleição que mudou o jogo

Nas eleições de 2024, Dr. Jhony disputou a Prefeitura de Campina Grande em um dos cenários mais duros da política paraibana: enfrentando uma estrutura histórica, tradicional, enraizada e acostumada ao poder.

Chegou ao segundo turno.
Obteve quase 100 mil votos.
Conquistou mais de 42% do eleitorado.

E aqui está um dado incontestável — e convenientemente esquecido por seus críticos atuais:

Durante toda a campanha de 2024, em nenhum momento foi levantada publicamente qualquer narrativa sobre suposta votação passada em Jair Bolsonaro.

Esse tema não apareceu em debates, programas eleitorais, entrevistas ou peças de campanha.

Não foi pauta nem da imprensa local, nem dos adversários diretos.

Por quê?

Porque não era relevante.
Porque não colava.
Porque a eleição foi disputada no campo da gestão, da cidade e das propostas.

O passado que só virou “problema” quando ele cresceu

Curiosamente, essa narrativa só surge agora, fora do contexto eleitoral municipal, quando Jhony desponta como nome competitivo para deputado federal, aparecendo em levantamentos e pesquisas como um dos pré-candidatos mais lembrados no estado.

Ou seja:
– Quando disputou Campina Grande, silêncio absoluto.
– Quando passa a ameaçar projetos maiores e estruturas consolidadas, surge o ataque seletivo.

Isso tem nome: oportunismo político.

Ataques financiados e a imprensa como instrumento

Parte da imprensa paraibana — não toda, mas setores específicos — tem cumprido um papel que vai além da crítica legítima: atua como linha auxiliar de grupos políticos que não conseguem enfrentar Jhony Bezerra no campo da gestão, dos números ou da aceitação popular.

Recorrem, então, a recortes convenientes, vazamentos dirigidos e narrativas fabricadas, tentando criar incompatibilidades que nunca foram problema quando o nome de Jhony ainda não ameaçava ninguém.

Não é coincidência.
É método.

O verdadeiro incômodo

O incômodo real não é ideológico.
É estrutural.

Jhony Bezerra representa:

– Um nome sem sobrenome tradicional;
– Um projeto que nasce da gestão, não do gabinete;
– Uma liderança que dialoga com o povo, não com currais eleitorais;
– Um risco concreto para quem sempre tratou mandato como propriedade privada.

Conclusão

A tentativa de reescrever a história agora não passa de uma reação desesperada ao crescimento de um projeto político legítimo, testado nas urnas e construído no serviço público.

Se esse passado fosse realmente um problema, teria sido usado em 2024.
Não foi.
Porque não servia ao debate.
Só serve agora, como munição política.

E isso diz muito menos sobre Jhony Bezerra
e muito mais sobre quem precisa atacá-lo para continuar existindo politicamente.

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Glauber Braga permanece no mandato após forte pressão popular e articulação no Congresso: entenda o processo que levou à reviravolta https://pautadas20.com.br/2025/12/11/glauber-braga-permanece-no-mandato-apos-forte-pressao-popular-e-articulacao-no-congresso-entenda-o-processo-que-levou-a-reviravolta/ https://pautadas20.com.br/2025/12/11/glauber-braga-permanece-no-mandato-apos-forte-pressao-popular-e-articulacao-no-congresso-entenda-o-processo-que-levou-a-reviravolta/#respond Thu, 11 Dec 2025 03:36:31 +0000 https://pautadas20.com.br/?p=5321 A permanência do deputado federal Glauber Braga no mandato, após uma intensa disputa política dentro da Câmara dos Deputados, marca um dos episódios mais emblemáticos do atual cenário legislativo. O que estava caminhando para uma cassação dada como certa se converteu, nas últimas horas, em uma virada estratégica movida por pressão popular, mobilização nas redes […]

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A permanência do deputado federal Glauber Braga no mandato, após uma intensa disputa política dentro da Câmara dos Deputados, marca um dos episódios mais emblemáticos do atual cenário legislativo. O que estava caminhando para uma cassação dada como certa se converteu, nas últimas horas, em uma virada estratégica movida por pressão popular, mobilização nas redes e articulação de parlamentares que viram no caso um risco à democracia representativa.

O ponto de partida: um processo que ganhou contornos políticos

A discussão envolvendo Glauber Braga não se limitava a uma análise técnica ou disciplinar. Rapidamente, o processo assumiu dimensão política, polarizando campos ideológicos e mobilizando bases sociais. O entendimento inicial dentro da Casa era pela cassação do mandato, medida extrema que retiraria os direitos políticos do parlamentar e o tornaria inelegível.

A proposta ganhou força em setores mais alinhados ao conservadorismo legislativo, sendo encarada como uma espécie de exemplaridade política. No entanto, ao longo do debate, ficou evidente que a medida extrapolava o campo disciplinar e adentrava zonas de conflito político mais amplas.

A virada: emenda substitutiva e recuo estratégico

Foi diante desse cenário que surgiu a emenda substitutiva, aprovada pela maioria, que troca a cassação definitiva por uma suspensão de seis meses. Esse ajuste jurídico cumpriu duas funções simultâneas:

Atendeu parcialmente aos parlamentares que defendiam alguma sanção, preservando a narrativa de que não haveria impunidade.

Evitou um precedente grave, pois a cassação sem base inequívoca poderia abrir caminho para perseguições políticas futuras, perigosas em qualquer democracia.

Com a aprovação da emenda, o processo de cassação é dado como encerrado, e Glauber mantém seus direitos políticos intactos. Uma derrota direta para o grupo que defendia o afastamento e uma vitória simbólica para setores progressistas, movimentos sociais e parte significativa da opinião pública.

A força das ruas e das redes

Outro elemento decisivo foi a mobilização popular. Hashtags, manifestações, vídeos, pronunciamentos e a pressão de entidades e lideranças transformaram o caso em tema nacional. A percepção dentro da Câmara era clara: um voto pela cassação teria custo político significativo para muitos parlamentares, especialmente em ano pré-eleitoral.

A democracia brasileira tem mostrado, em diversos momentos, que a mobilização social é capaz de redirecionar caminhos institucionais – e este episódio reforça essa dinâmica.

O que significa essa decisão?

A permanência de Glauber Braga representa:

Uma contenção ao avanço de medidas punitivas com motivação política;

A afirmação da independência entre crítica política e punição institucional;

O reconhecimento do mandato popular como instrumento democrático que não deve ser suprimido sem fundamentos sólidos.

Para a extrema-direita, trata-se de um revés. Para o campo progressista, uma vitória que extrapola um único parlamentar e toca a própria integridade do sistema democrático.

Conclusão

A decisão de manter Glauber Braga no mandato não é apenas um desfecho de processo disciplinar; é um gesto institucional que reafirma a importância de equilíbrio, proporcionalidade e respeito ao voto popular. Em um país onde tensões políticas se acirram dia após dia, episódios como este ajudam a manter vivas as bases democráticas.

Blog do Alexandre Kennedy
Editor e Apresentador do programa Pauta das 20

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Presidente do TCE-PB reforça limite para contratação de temporários e alerta quem não pagar 13º pode ter contas reprovadas https://pautadas20.com.br/2025/12/08/presidente-do-tce-pb-reforca-limite-para-contratacao-de-temporarios-e-alerta-quem-nao-pagar-13o-pode-ter-contas-reprovadas/ https://pautadas20.com.br/2025/12/08/presidente-do-tce-pb-reforca-limite-para-contratacao-de-temporarios-e-alerta-quem-nao-pagar-13o-pode-ter-contas-reprovadas/#respond Mon, 08 Dec 2025 16:40:04 +0000 https://pautadas20.com.br/?p=5316 O presidente do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), Fábio Nogueira, fez um alerta rigoroso aos gestores estaduais e municipais nesta quinta-feira (27) sobre a contratação excessiva de prestadores de serviço temporários e sobre o pagamento do 13º salário dentro do exercício financeiro de 2025. Em entrevista ao programa Arapuan Verdade, da rádio […]

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O presidente do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), Fábio Nogueira, fez um alerta rigoroso aos gestores estaduais e municipais nesta quinta-feira (27) sobre a contratação excessiva de prestadores de serviço temporários e sobre o pagamento do 13º salário dentro do exercício financeiro de 2025. Em entrevista ao programa Arapuan Verdade, da rádio Arapuan FM, Nogueira afirmou que descumprimentos poderão resultar na reprovação das contas públicas.

Segundo o conselheiro, o TCE vem recomendando há anos a redução de temporários e a realização de concursos públicos, mas a prática tem sido ignorada. “Constatamos aumento de temporários, principalmente em ano eleitoral. Por isso, firmamos um pacto: a contratação de temporários deve ser limitada a 30% do número de servidores efetivos”, explicou.

Fonte: Blog do Chico Soares

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A articulação política que levou o paraibano Epitácio Pessoa a se tornar Presidente da República do Brasil https://pautadas20.com.br/2025/12/07/a-articulacao-politica-que-levou-o-paraibano-epitacio-pessoa-a-se-tornar-presidente-da-republica-do-brasil/ https://pautadas20.com.br/2025/12/07/a-articulacao-politica-que-levou-o-paraibano-epitacio-pessoa-a-se-tornar-presidente-da-republica-do-brasil/#respond Sun, 07 Dec 2025 15:25:37 +0000 https://pautadas20.com.br/?p=5310 Por Radomécio Leite A eleição de Epitácio Pessoa para a Presidência da República em 1919 é um dos episódios mais singulares da política da Primeira República (1889–1930). Ele não era candidato inicial, estava fora do país, e sua escolha resultou de uma articulação complexa entre as oligarquias estaduais — especialmente Paraíba, Pernambuco, Minas Gerais e […]

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Por Radomécio Leite

A eleição de Epitácio Pessoa para a Presidência da República em 1919 é um dos episódios mais singulares da política da Primeira República (1889–1930). Ele não era candidato inicial, estava fora do país, e sua escolha resultou de uma articulação complexa entre as oligarquias estaduais — especialmente Paraíba, Pernambuco, Minas Gerais e o governo federal — após a morte do presidente eleito Rodrigues Alves.

A política do “café com leite” e o colapso momentâneo do arranjo tradicional

Durante a Primeira República, predominava o pacto oligárquico conhecido como política do café com leite, em que São Paulo e Minas Gerais se revezavam no poder. Porém, em 1918, quando Rodrigues Alves (SP) foi eleito, não conseguiu assumir devido à grave pneumonia – complicação da pandemia de gripe espanhola. Ele faleceu em janeiro de 1919.

Com isso, o Brasil enfrentou a necessidade de uma eleição extraordinária, quebrando provisoriamente o revezamento paulista-mineiro.

São Paulo estava politicamente enfraquecido pela doença e morte de Rodrigues Alves e pela divisão em suas elites. O campo ficou aberto para que outras forças regionais tentassem influenciar a sucessão.

À época, Epitácio Pessoa era Ministro do Supremo Tribunal Federal, Chefe da delegação brasileira na Conferência de Paz de Versalhes, na França, figura respeitada, mas afastada da política partidária e sem máquina eleitoral própria.

Sua candidatura surgiu como solução de compromisso, articulada para recompor o pacto oligárquico sem favorecer explicitamente nenhum dos grandes estados dominantes.

A articulação política que fez surgir o nome do paraibano Epitácio Pessoa

O governo federal precisava de um nome neutro.
O então presidente Delfim Moreira, mineiro e muito doente, estava sendo controlado de fato por seus ministros — especialmente o ministro da Justiça Rodrigo Alves e o ministro da Agricultura João Pandiá Calógeras. Eles buscavam evitar um conflito político entre Minas, São Paulo e os estados do Nordeste, pacificar as tensões internas criadas após a morte de Rodrigues Alves, e escolher alguém capaz de representar o Brasil nas negociações do pós-guerra.

Epitácio, já em Versalhes representando o país, se tornou o nome ideal.

O apoio decisivo da oligarquia nordestina

O Nordeste — com destaque para Pernambuco e Paraíba — viu na crise uma rara oportunidade de eleger um presidente da região.

Figuras-chave:

João Suassuna e outras lideranças paraibanas.

Oligarquias pernambucanas (família Pessoa e adversários que momentaneamente convergiram).

O Nordeste articulou um bloco que ofereceu a Epitácio apoio inicial, criando impulso político, repercutindo nacionalmente.

Minas Gerais adere ao plano
com São Paulo fragilizado e sem candidato capaz de unir suas próprias correntes. Minas Gerais — tradicionalmente pragmático — decidiu apoiar o nome de consenso.

Motivos:

Epitácio era um civil moderado, não representava ameaça ao poder das oligarquias mineiras, tinha bom trânsito entre elites jurídicas e políticas.

O apoio mineiro consolidou a viabilidade da candidatura e São Paulo foi forçado a aceitar
Apesar de tentar lançar o senador Altino Arantes ou o próprio Prudente de Morais Neto.

São Paulo percebeu que seu apoio isolado seria derrotado pelo bloco Minas Gerais-Nordeste.

Epitácio não prejudicaria os interesses cafeeiros

Seria uma solução transitória até que São Paulo recuperasse influência na eleição seguinte (o que de fato ocorreu com Artur Bernardes em 1922).

Assim, São Paulo acabou aceitando a solução conciliatória.

A escolha é anunciada à distância

Quando foi escolhido candidato, Epitácio Pessoa estava em Paris, e recebeu a notícia via telegrama.

A própria distância ajudou sua imagem: era visto como figura “acima das disputas partidárias”, tinha prestígio internacional devido à participação no Tratado de Versalhes. Simbolizava modernização e prestígio do Brasil.

A campanha e a vitória

A candidatura oposicionista foi de Ruy Barbosa, apoiado por setores urbanos e liberais, especialmente na Bahia e no Rio de Janeiro.

Mas o sistema eleitoral da Primeira República era dominado pelo voto de cabresto, e os governadores controlavam os resultados.

Tendo o apoio de Minas Gerais, Nordeste organizado, governo federal e parte de São Paulo, Epitácio venceu com larga margem.

Resumo da articulação

A eleição de Epitácio Pessoa foi resultado de:

▪ ruptura temporária da política do café com leite

▪necessidade de um nome neutro para recompor o pacto oligárquico

▪articulação coordenada de elites do Nordeste

▪adesão estratégica de Minas Gerais

▪fragilidade das oligarquias paulistas

▪prestígio internacional do próprio Epitácio, então em Versalhes

Epitácio Pessoa chegou à presidência da República sendo uma solução de compromisso diante de crise de representatividade entre São Paulo e Minhas Gerais, e não produto de uma máquina eleitoral própria — fato incomum na 1ª República.

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Fábio Tyrone recebe título de Cidadão Horebense e fortalece sua crescente pré-candidatura a Deputado Federal https://pautadas20.com.br/2025/12/05/fabio-tyrone-recebe-titulo-de-cidadao-horebense-e-fortalece-sua-crescente-pre-candidatura-a-deputado-federal/ https://pautadas20.com.br/2025/12/05/fabio-tyrone-recebe-titulo-de-cidadao-horebense-e-fortalece-sua-crescente-pre-candidatura-a-deputado-federal/#respond Fri, 05 Dec 2025 19:57:17 +0000 https://pautadas20.com.br/?p=5301 O Ex-Prefeito de Sousa, Fábio Tyrone, recebeu neste fim de semana uma importante homenagem no município de Monte Horebe: o título de Cidadão Horebense, concedido pela Câmara Municipal. A honraria foi proposta pelo vereador Junior da Farmácia e contou com o apoio dos parlamentares Edgley de Francisinquinha e dos demais integrantes da Casa José Dias […]

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O Ex-Prefeito de Sousa, Fábio Tyrone, recebeu neste fim de semana uma importante homenagem no município de Monte Horebe: o título de Cidadão Horebense, concedido pela Câmara Municipal. A honraria foi proposta pelo vereador Junior da Farmácia e contou com o apoio dos parlamentares Edgley de Francisinquinha e dos demais integrantes da Casa José Dias Guarita.
Tyrone destacou em suas palavras a gratidão aos vereadores e aos moradores de Monte Horebe, citando de forma especial os líderes Padre Gilberto e Dra. Hionara Saraiva. Segundo ele, receber o título de cidadão de uma terra que passou a fazer parte da sua própria história representa “satisfação, alegria e responsabilidade”.
A cerimônia, marcada pela presença de lideranças políticas e comunitárias, reforçou o crescente apoio em torno da pré-candidatura de Fábio Tyrone à Câmara Federal. O ex-prefeito de Sousa vem se consolidando como um dos nomes mais fortes do agrupamento político liderado pelo governador João Azevêdo e, nas últimas pesquisas divulgadas, aparece em oitavo lugar na corrida pelas 12 vagas da Paraíba na Câmara dos Deputados — um dado que confirma sua competitividade e seu avanço consistente em todas as regiões do estado.
O reconhecimento recebido em Monte Horebe se soma à expansão do seu diálogo político pela Paraíba, ampliando sua presença tanto no Sertão quanto em outras regiões. A homenagem, mais do que simbólica, demonstra que Tyrone se conecta com diferentes municípios não apenas como liderança política, mas como alguém capaz de construir relações de confiança e representatividade.
Com esse novo título e diante da boa colocação nas pesquisas, Fábio Tyrone segue fortalecido na caminhada rumo a Brasília, consolidando-se como uma das principais apostas para representar a Paraíba no Congresso Nacional.

Blog do Alexandre Kennedy – Pauta das 20

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Estação Ciência: um patrimônio de Niemeyer que não pode ser tratado como salão de festas https://pautadas20.com.br/2025/12/05/estacao-ciencia-um-patrimonio-de-niemeyer-que-nao-pode-ser-tratado-como-salao-de-festas/ https://pautadas20.com.br/2025/12/05/estacao-ciencia-um-patrimonio-de-niemeyer-que-nao-pode-ser-tratado-como-salao-de-festas/#respond Fri, 05 Dec 2025 19:44:28 +0000 https://pautadas20.com.br/?p=5298 A Estação Ciência, concebida pelo gênio da arquitetura brasileira Oscar Niemeyer, não é apenas um prédio público. É um marco cultural, urbano e simbólico da nossa cidade — uma obra de arte viva que carrega a assinatura de um dos maiores arquitetos do século XX. Por sua natureza, representa muito mais que um espaço físico: […]

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A Estação Ciência, concebida pelo gênio da arquitetura brasileira Oscar Niemeyer, não é apenas um prédio público. É um marco cultural, urbano e simbólico da nossa cidade — uma obra de arte viva que carrega a assinatura de um dos maiores arquitetos do século XX. Por sua natureza, representa muito mais que um espaço físico: é memória coletiva, identidade, desenvolvimento humano e compromisso com o futuro.

Justamente por esse valor excepcional, a Estação Ciência deve ser preservada com rigor. Bens públicos de relevância arquitetônica, cultural e histórica não podem ser utilizados como se fossem propriedades privadas ou estruturas alugáveis para qualquer finalidade. A legislação brasileira, os tratados de preservação do patrimônio e as boas práticas internacionais são claros: esses espaços necessitam de uso controlado, técnico e compatível com sua destinação original.

Quando se permite que eventos particulares, de grande porte ou sem avaliação técnica adequada ocupem um equipamento deste nível, criam-se riscos reais: desgaste da estrutura, comprometimento de instalações sensíveis, impactos sonoros inadequados, circulação excessiva e até microdanos cumulativos que, ao longo do tempo, podem desfigurar o projeto original de Niemeyer. Além disso, há o prejuízo direto à população, que perde acesso a um patrimônio que deveria ser seu por direito.

Não é à toa que, em obras de mesmo valor no Brasil e no mundo, o uso é rigidamente controlado:

MAC de Niterói – outra obra-prima de Niemeyer, exige autorização rigorosa para qualquer uso não expositivo.

Auditório Ibirapuera (SP) – segue protocolos técnicos para evitar danos estruturais e preservar sua função pública.

Conjunto Cultural da República (DF) – protegido por diretrizes específicas para impedir descaracterização.

Centro Pompidou (Paris) e Museu Guggenheim Bilbao – referências globais, só permitem eventos que cumpram normas estritas de conservação.

Esses exemplos deixam claro: não existe preservação séria sem restrição de uso. É assim no mundo inteiro, e deve ser assim também em nossa cidade.

A atuação do Ministério Público, nesse contexto, não é apenas legítima — é fundamental. Cabe ao MP garantir que o patrimônio coletivo não seja colocado em risco por ações temporárias, interesses particulares ou práticas administrativas permissivas. Quando se trata de uma obra de Oscar Niemeyer, estamos falando de algo insubstituível. Um dano, mesmo que pequeno, pode ser irreversível.

A Estação Ciência merece respeito.
Merece preservação.
Merece ser tratada como aquilo que é: um símbolo arquitetônico de relevância internacional, criado para inspirar gerações, e não para servir como espaço de eventos que destoam de sua finalidade cultural e social.

Preservar Niemeyer é preservar a história. É garantir que o futuro ainda possa contemplar aquilo que ele criou com tanto significado, beleza e propósito público.

Blog do Alexandre Kennedy – Pauta das 20

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MPF pede ao STF para que Cássio Cunha Lima faça devolução de valores recebidos acima do teto na época de Senador https://pautadas20.com.br/2025/12/05/mpf-pede-ao-stf-para-que-cassio-cunha-lima-faca-devolucao-de-valores-recebidos-acima-do-teto-na-epoca-de-senador/ https://pautadas20.com.br/2025/12/05/mpf-pede-ao-stf-para-que-cassio-cunha-lima-faca-devolucao-de-valores-recebidos-acima-do-teto-na-epoca-de-senador/#respond Fri, 05 Dec 2025 19:43:21 +0000 https://pautadas20.com.br/?p=5295 Paraíba – O procurador da República, Duciran Van Marsen Farena, do Ministério Público Federal (MPF), ingressou com um recurso no Supremo Tribunal Federal (STF). A solicitação obriga ao ex-senador Cássio Cunha Lima realizar a devolução aos cofre públicos dos valores que teria recebido acima do teto na época em que estava a frente do cargo. Acima de tudo, entre novembro de 2014 a […]

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Paraíba  O procurador da República, Duciran Van Marsen Farena, do Ministério Público Federal (MPF), ingressou com um recurso no Supremo Tribunal Federal (STF). A solicitação obriga ao ex-senador Cássio Cunha Lima realizar a devolução aos cofre públicos dos valores que teria recebido acima do teto na época em que estava a frente do cargo.

Acima de tudo, entre novembro de 2014 a 31 de dezembro de 2018, que marcou fim de seu mandato, o ex-parlamentar recebia pensão especial de ex-governador.

Assim, o gabinete do presidente do STF, ministro Edson Fachin, recebeu a ação. O Ministério Público Federal busca, neste momento, reformar a decisão do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, em Recife. Esta, havia derrubado a sentença de primeira instância. A resolução tornava obrigatória a devolução por parte do ex-governador.

Além disso, o MPF relata que a “manutenção [da decisão do TRF5] significaria uma afronta direta ao teto remuneratório”

“No caso concreto, ao contrário do que decidiu o tribunal a quo, deve incidir a obrigação de reposição ao erário federal do valor correspondente à parcela do subsídio de Senador da República que, somado à pensão especial de ex-governador do Estado da Paraíba, tenha superado o teto previsto no art. 37, XI, da Constituição Federal, independente de boa fé, desde a citação”

Fonte: Polêmica Paraíba

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Cícero Lucena aparece como o mais rejeitado entre pré-candidatos ao governo da Paraíba https://pautadas20.com.br/2025/12/04/cicero-lucena-aparece-como-o-mais-rejeitado-entre-pre-candidatos-ao-governo-da-paraiba/ https://pautadas20.com.br/2025/12/04/cicero-lucena-aparece-como-o-mais-rejeitado-entre-pre-candidatos-ao-governo-da-paraiba/#respond Thu, 04 Dec 2025 23:17:20 +0000 https://pautadas20.com.br/?p=5290 A pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta terça-feira (2) pela CNN Brasil, apontou que o prefeito de João Pessoa aparece como o pré-candidato ao governo da Paraíba com a maior taxa de rejeição entre os eleitores. De acordo com o levantamento, Cícero Lucena é rejeitado por 33% dos entrevistados. Em seguida, aparecem Pedro Cunha […]

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A pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta terça-feira (2) pela CNN Brasil, apontou que o prefeito de João Pessoa aparece como o pré-candidato ao governo da Paraíba com a maior taxa de rejeição entre os eleitores.

De acordo com o levantamento, Cícero Lucena é rejeitado por 33% dos entrevistados. Em seguida, aparecem Pedro Cunha Lima, com 29%, e o deputado Efraim Filho, com 24%.

O nome com menor rejeição é o do vice-governador Lucas Ribeiro, que registra 20% de rejeição entre os paraibanos, segundo os dados divulgados.

Fonte: Portal Política Cariri

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A BRIGA POR UMA VAGA NA ASSEMBLEIA: Pesquisa Seta/Polêmica aponta os 36 nomes que seriam eleitos no mês de novembro – VEJA LISTA https://pautadas20.com.br/2025/12/02/a-briga-por-uma-vaga-na-assembleia-pesquisa-seta-polemica-aponta-os-36-nomes-que-seriam-eleitos-no-mes-de-novembro-veja-lista/ https://pautadas20.com.br/2025/12/02/a-briga-por-uma-vaga-na-assembleia-pesquisa-seta-polemica-aponta-os-36-nomes-que-seriam-eleitos-no-mes-de-novembro-veja-lista/#respond Tue, 02 Dec 2025 15:47:21 +0000 https://pautadas20.com.br/?p=5284 O Polêmica Paraíba juntamente com o Instituto de pesquisa SETA lança nesta terça-feira (2), o quinto levantamento do projeto de pesquisa mais inovador do estado. Nesta matéria, o Polêmica Paraíba disponibiliza os números por uma das 36 vagas na Assembleia Legislativa. A pesquisa, realizada entre os dias 28,29 e 30 de novembro, ouviu 1.450 eleitores […]

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O Polêmica Paraíba juntamente com o Instituto de pesquisa SETA lança nesta terça-feira (2), o quinto levantamento do projeto de pesquisa mais inovador do estado.

Nesta matéria, o Polêmica Paraíba disponibiliza os números por uma das 36 vagas na Assembleia Legislativa.

A pesquisa, realizada entre os dias 28,29 e 30 de novembro, ouviu 1.450 eleitores em 85 municípios paraibanos.

A divulgação desta pesquisa é fruto de um consórcio com participação de candidatos de todos os partidos

Os líderes da pesquisa são o Presidente da Assembleia, Adriano Galdino, com Chico Mendes e o Secretário Wilson Filho fechando o pódio.

Dentre os 10 primeiros colocados, nós temos a presença de quatro nomes sem mandato no momento, citando Tibério Limeira, Olívia Motta, Maria Porto e Diego Tavares.

Já se formos pegar o recorte geral dos 36 mais bem colocados, podemos citar alguns estreantes em disputas estaduais que foram lembrados: Anna Lorena, Doutor Jarques, Geska Maia, Dinho Dowsley, Nelinho Costa, Denise Ribeiro, Larúcia Sá e Cilinha.

VEJA ABAIXO A TABELA COM OS 36 MAIS BEM COLOCADOS

SUPLENTES

Os 14 nomes que seriam os suplentes de acordo com o levantamento são: Dudu Soares, Cicinho Lima, Tovar, Chió, Caio Roberto, Anderson Monteiro, Vitor Hugo, Jutay Meneses, Galego Sousa, Jô Oliveira, Segundo Domiciano, Inácio Falcão, Márcio Roberto e Ana Cláudia Vital.

Dentro desses suplentes se encontram as maiores surpresas dessa pesquisa em comparação ao levantamento anterior, que são a saída de Chió e Caio Roberto dos 36 mais bem colocados.

VEJA ABAIXO A TABELA COM OS NÚMEROS DOS SUPLENTES

OUTROS CITADOS

Também tiveram os nomes citados: Lindolfo Pires, Guguinha Moov Jampa, Doutor Athaíde, Sargento Neto, Manoel Ludgério, Heron Cid, Julianna Cunha Lima, Sargento Rui, Zezé, Anísio Maia, Carol Gomes, Felipe Coutinho, Fábio Farias, Marinaldo Cardoso, Fábio Lopes, Tarcísio Jardim e Hytalo Santos.

Instituto Seta

Fundado em 2009, o Instituto Seta é especializado em pesquisas de mercado, opinião pública e análise político-eleitoral, consolidando-se como referência no Nordeste, realizando centenas de levantamentos com metodologia rigorosa e compromisso ético, em conformidade com a legislação. Seu diretor-geral, Daniel Menezes, é cientista político (UFRN) com doutorado em Ciências Sociais e vasta experiência em campanhas eleitorais.

Fonte: Polêmica Paraíba/SETA
Créditos: Vitor Azevêdo

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